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INUNDAÇÕES NA CHINA FECHAM FÁBRICA DA TONGWEI E IMPACTAM INDÚSTRIA FOTOVOLTAICA


Graves inundações no sudeste da China forçaram o fechamento de uma instalação da fabricante Tongwei Solar, causando novo impacto no suprimento de polissilício.

Há cerca de um mês, o Canal Solar noticiou explosões em instalações pertencentes a GCL-Poly que também afetaram o fornecimento de polissilício, aumentando a volatilidade dos preços e atingindo o controle de custos de fabricação dos módulos.

A Tongwei confirmou que paralisou as atividades da fábrica de polissilício de 20 mil MT (toneladas métricas) na cidade de Leshan, Sichuan, depois que um alerta de inundação de Nível 1 foi emitido pelas autoridades locais.

Em comunicado, a empresa disse que foi instruída a interromper a produção imediatamente pelo departamento de gerenciamento de emergência local da província, assegurando que havia evacuado todos os trabalhadores das instalações enquanto aguardava novas instruções.

Aliada à alta demanda global, essa nova baixa na oferta da indústria de células fotovoltaicas irá provocar novo aumento nos preços dos módulos.

Reflexo, este, que já pode ser observado em algumas empresas do setor. A Tongwei, por exemplo, registrou aumento nos preços do polissilício (matéria-prima para a célula fotovoltaica). A alta foi de 11%, com 0,6 yuans (R$ 0,46) por watt.

A empresa registrou ainda alta no custo de três tipos de células monocristalinas em 0,08 yuans (R$ 0,64) por watt cada, um aumento de cerca de 9%. O acréscimo é o segundo em menos de três semanas após o aumento dos preços em 24 de julho.

Os preços do polissilício aumentaram quase 50% desde 15 de julho, para cerca de US$ 10 o quilo, de acordo com dados compilados pela BloombergNEF. Esse é o nível mais alto desde outubro de 2018.

Mais aumentos

Segundo levantamento realizado pela BloombergNEF, a LONGi, fabricante mundial de wafers solares, também aumentou os preços pela terceira vez em um mês e disse que continuará a aumentá-los se os custos do polissilício permanecerem subindo.

A empresa, com sede em Xi'an, na China, registrou alta de dois tipos de wafers monocristalinos em cerca de 7% cada. Os custos subiram 24% e 23% desde 19 de julho, quando a explosão na fábrica da GLC-Poly cortou a oferta global e os preços dispararam.

Pela primeira vez, a LONGi divulgou seus preços de wafer e do polissilício, dizendo que toda vez que o custo da matéria-prima sobe ou desce 3 yuans (R$ 2 reais) o quilo, seus wafers sobem ou diminuem 0,05 yuans (40 centavos) por peça.

Fonte: www.canalsolar.com.br

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